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Garotos de Programa – Parte 2, Entrevista “A única droga que eu uso é antidepressivo”
Se você acabou de chegar aqui e não está entendendo nada, dá uma lida nesta primeira parte. Se já leu, sabe que a entrevista abaixo foi escrita em cima de um capô de carro, com papel e caneta. Isso me fez pensar em o quanto a vida é imprevisível… e também que eu preciso melhorar a minha caligrafia. Transcrevi abaixo uma conversa franca que durou apenas alguns minutos, mas me deixou pensando sobre ela por vários dias. EU: Rafael, fique tranquilo, o seu nome vai ser mantido em sigilo. Qual nome eu uso pra você na matéria? RAFAEL: Qualquer um, o meu nome verdadeiro nem é Rafael. Eu mudo quase…
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Garotos de Programa – Parte 1: esperando o Lucas e conhecendo o Rafael
Sexta-feira a tarde e estou no restaurante e café do MuBE, em São Paulo. Me senti organizado, pois cheguei 20 minutos antes do combinado, já tinha algumas perguntas preparadas no laptop, percebi que não havia esquecido de levar a máquina fotográfica (as vezes eu esqueço) e pedi um suco de laranja enquanto esperava pelo entrevistado. Para passar o tempo, assisti novamente o trailer abaixo, um dos meus filmes favoritos do diretor Gus Van Sant. Lançado em 1991 e estrelado por River Phoenix e Keanu Reeves, aqui no Brasil ele foi traduzido com o título de Garotos de Programa, se você apertar o play, vai compreender o motivo. A linda fotografia…
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Uniformes Profissionais, mas quem é você?
Essa semana estava me preparando pra escrever um post, quando me deparo com o seguinte estudo realizado pela Folha de São Paulo: “Pesquisa mostra que garis são ‘invisíveis’ a maioria das pessoas” e me lembrei que quando cheguei na Irlanda, o meu primeiro emprego foi de vendedor de jornal no farol, e o uniforme era bem parecido com os dos garis. Então achei que esse post cairia bem aqui no MPH. Já falei aqui anteriormente como se diferenciar usando uniformes escolares e agora vou falar como uniformes profissionais escodem pessoas, vidas e histórias. Todos nós em algum momento da vida nos sentimos invisíveis, numa festa, no primeiro dia de emprego, etc.…
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Que cheiro de maconha é este? Calma, é só o meu creme hidratante, mãe!
É isso mesmo, a Body Shop tem uma linha a base de maconha para você hidratar as mãos, o corpo, os pés e até um lipstick labial. O principio ativo é o cannabis sativa seed oil, que os fabricantes deixam claro não possuir THC (tetrahydrocannabinol), componente considerado um estimulante psicotrópico extraído das folhas da maconha, cigarrinho de artista, beck, marijuana… ok, você entendeu. Eu ganhei o kit acima e confesso que nunca fui de usar cremes hidratantes, mas estes estou usando diariamente. O cheiro não parece nem de longe com o da fumaça, ou seja, você não ficará “marofado“. A essência lembra a de um creme comum, mas com um…
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Você costuma reclamar dos garçons? Conheça um pouco sobre eles!
Todo mundo gosta de ser bem atendido, mas as vezes não paramos para pensar como tratamos a quem está nos servindo, os garçons. Ao sentarmos numa mesa de bar ou restaurante, geralmente estamos com fome, com pressa e exigimos um atendimento primoroso, sem as vezes prestarmos atenção se estamos retribuindo o “por favor”, “obrigado” ou até mesmo um simples “bom dia”. Para conhecermos mais de perto o dia-a-dia de um garçom, fomos com o guia colaborativo Guidu em 4 estabelecimentos de São Paulo. Além disso, eu mesmo vesti o uniforme e avental para sentir na pele como é estar do outro lado do balcão e, sim, servir é uma arte!…
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Gay ou hétero? Não importa, somos humanos
Você já deve ter reparado que as campanhas contra a homofobia estão mais intensas e ganham força devido as mídias sociais, seja através de blogs, hotsites, vídeos virais, comunidades do orkut, eventos no facebook, campanhas com hashtags no twitter e o exemplo do premiado curta-metragem “Eu não quero voltar sozinho“, do cineasta Daniel Ribeiro. Apesar de ter ganhado diversos prêmios nacionais e internacionais, como o 26º Torino GLBT Film Festival de Turim, na Itália, o mesmo curta teve a sua exibição proibida no Acre, estado brasileiro regido pelas mesmas leis que nos garantem a liberdade de expressão. Mas e quando a censura, além de cultural ou social, passa a agressão…
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O medo da mudança
Você está vendo essa imagem? Isso é como funciona o pensamento coletivo. As pessoas ficam apertadas nos mesmos pensamentos e vão vivendo assim. É conveniente! E quando um resolve pular para um ambiente melhor, com mais espaço para pensar novas coisas e onde ele possa se destacar mais, os outros ficam bravos! Sim, aqueles peixinhos apertados dariam tudo para estar lá! Mas é tão difícil dar o salto, não? Pior ainda é reconhecer aquele que teve coragem de fazê-lo. E assim é com tudo na vida, comecem a reparar… Mas como o assunto aqui é MODA, principalmente MASCULINA, vou usar a mudança de estilo para exemplificar isso. Eu sou do…