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Premissa Para 2021: Menos é Mais na Moda Masculina
A moda está em crise e não é de hoje. As previsões já não eram das melhores para o ano de 2020. Nós já vínhamos numa enorme descendente. As contas não fechavam. Os estoques sobravam. As marcas já não tinham mais o que inventar. Estilistas pediam demissão. A cadeia frenética da moda estava em colapso. Mas por pior que estivesse as projeções ainda eram positivas para 2020. Até que veio a COVID-19. Um minuto de silêncio… Um ano e nada mudou. Muito pelo contrário, aqui as coisas se agravaram. Tivemos uma queda de 25 % no setor de vendas da indústria têxtil nacional e segundo a mesma fonte, a veja…
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Saiba quais são as Marcas MAIS e MENOS Transparentes do Mundo
Na vida tudo tem seu lado bom e seu lado ruim. E assim podemos enxergar o lado bom da COVID para moda. Calma…. Quando eu ouvi essa frase pela primeira vez: “que a COVID tinha seu lado bom” eu quase voei no pescoço de quem a tinha proferido. Isolado, sem festa, sem poder ter uma rotina normal, estressado e assim vai. Phoda demais. Mas na moda, a COVID acelerou alguns processos que já vinham acontecendo. O consumidor ocioso passou a questionar mais. Valores de empatia, sustentabilidade e comprometimento foram implantados forçosamente na galera. Era como se o vírus tivesse espalhado isso também. Os influenciadores digitais já não se preocupavam mais…
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Botões, quanto mais, melhor!
Na história da moda, os botões vão e voltam, ou melhor, aparecem ou ficam mais escondidos. Eles já foram fatores de classe social, feitos de ouro, cravados com diamantes, mas seu valor vinha mesmo do trabalho artesanal. Já se falava em botões há 3.000 A.C. e sua popularidade começa mesmo no séc. XVIII. Mas como somos homens contemporâneos, os botões estarão à mostra na próxima estação desenhando os cortes da alfaiataria masculina. Na Europa os botões ecologicamente corretos, são o hit da estação em camisas, camisetas e shots. Colaboração: Acauan Malta.