-
Os relógios de 2019, esses são para ninguém botar defeito!
O relógio de pulso meio que perdeu aquela função de indicar as horas. FATO! Para isso temos um milhão de outros modelos de relógios espalhados por aí. No trânsito, no computador, no celular, na parede, no carro… Tem relógio em tudo quanto é lugar. De todo tamanho. Modelo para ninguém botar defeito e do jeito que você imaginar. Isso mostra bem para gente que quem bota um relógio no pulso (ainda mais homem) é porque quer mostrar algo. Relógio de pulso é ostentação cara. É poder, acima de tudo. Sejam algumas centenas de reais ou milhares de dólares, a intenção é impressionar. E embora pareça besta (fútil) para você. É…
-
As botas masculinas para 2019
Qualquer semelhança é mera coincidência. Outono/inverno é a época de tirar as botas do armário ou investir em peças novas se as suas estão muito surradinhas (ou se ainda não tem uma no armário). Elas combinam com baixas temperaturas e lookinhos de inverno, o nosso “white people problem” do momento passa a ser bota x tênis, o que usar? Não vamos achar pelo em ovo onde não tem. O jeito é alternar. Ora, tênis, ora, bota. Lembrando que a bota é uma peça mais sofisticada e fica melhor com looks um pouco menos casuais. Confira os 5 modelos de bota que estão em alta na temporada outono/inverno 2019.
-
O B.O. da violência não pode ser estampado pela moda
A moda tem o condão de estampar o meio, o momento, as condições sociais, os anseios de seu povo e o retrato da época em que a circunda. Então pudera, né, que ela tenha nos últimos tempos estampado sangue, violência, armas e trajes de guerra. Vivemos tempos sombrios. “Ameaçada” pelo terrorismo, a Europa desconfia. Desconfia do diferente, do não europeu, do imigrante e do árabe, que pagam as contas pela generalização. Na paleta não existe Pantone. Vermelho sangue da Guerra da Síria que todo mundo a assiste comendo pipoca como se fosse Apocalypse Now. Mas não é só isso não? O negro, o preto, o escuro e o cinzento vêm…
-
Look MPH: Na Argentina com Fideli
Na semana passada eu fiz mais uma viagem para a capital da Argentina, Buenos Aires. E como por lá o Outono se comporta como realmente esperamos da estação (fazendo frio de manhã, esquentando um pouco durante o dia e novamente esfriando à noite), fui bem preparado com alguns looks que produzi com peças da Fideli. Pra quem ainda não conhece, a Fideli é uma marca que têm calças, camisas, ternos, blazers e costumes masculinos em diversos modelos e tecidos, com qualidade e estilo. Roupa social, urbana e para o dia a dia.
-
A sustentabilidade na moda, do céu ao inferno!
Vivendo você ou não de moda, o assunto interessa a todos. Aos acionistas da Petrobrás, ao Bolsonaro e, principalmente, às vitimas da última enchente no Rio. Falar de poluição, questões climáticas, preservação, conscientização e muito mais, interessa ao meu, ao teu e ao umbigo de todos. Principalmente nesse contexto globalizado em que vivemos e que nos mostra, dia após dia, que todos são um só. A indústria têxtil seduz, encanta e reluz ouro sob o manto de lindos desfiles, muito luxo e puro glamour. O outro lado… Hum, o outro lado, você já conhece. O Greenpeace alardeia dia e noite, os noticiários não conseguem conter a podridão e nem mesmo…
-
Daddy Sandals: Sandálias do Papai para Você!
O outono começou por aqui, logo a primavera começou no Hemisfério Norte. E na gringa está rolando uns pares de sandálias diferentões, cools, modernos e mais robustos. O nome dela é “Daddy Sandals”, ou melhor, sandálias do papai. Sabe o que é isso né gente? Primeiro vieram os daddy sneakers (ugly sneakers) com aquela pegada robusta, solado alto, bem mais reforçado e nada esteticamente “bonito”. Era o ctrlc + ctrl v dos anos 90. Não demoraria a acontecer e isso chegaria às sandálias. Sim, o momento agora ainda é dos anos 90. Logo logo vamos entrar nos anos 2000, então bora aproveitar. Quem viveu essa época sabe que a Rider…
-
O que representa a China para a moda?
Ela chegou de mansinho. Ainda naquela indefinição: meio Socialista meio Capitalista. Aliás, sejamos honestos com nós mesmos, Capitalista no que convém e Socialista no que lhe traria vantagem. Já diria o provérbio chinês: “nunca podemos sair perdendo.” Capitalista na hora de disputar grandes mercados, chegar à Lua, romper barreiras alfandegárias. Socialista na hora de manipular informações, controlar a internet e colocar o seu país no mapa-múndi como o centro dele. O exército vermelho com mais de 1 bilhão de habitantes foi reconhecido pelo Brasil em 2004 como economia de mercado. Feito de nosso ex-presidente, Luis Inácio Lula da Silva. Esperávamos fortalecer as relações comerciais entre os dois países e, consequentemente,…