reflexão
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O homem que largou sua carreira consolidada para fazer chapéus
Vi esse post no Hypeness e achei bacana compartilhar por aqui. Durval Sampaio tem um lema de vida: trabalhar no que ama. Por isso ele deixou pra trás um emprego estável e que permitia ganhar um bom dinheiro para… fazer chapéus. A ideia parecia meio louca, principalmente pra sua mãe, mas o sucesso do negócio e a paixão pela costura e pelos próprios chapéus provaram que ele estava certo. Durval não se cansa de repetir: “Confie em mim! Trabalhe no que você ama”. O começo de tudo foi assim: depois de muitas voltas tentando achar um chapéu bacana para uma festa, Durval cansou e decidiu fazer ele mesmo. Em pouco tempo, estava…
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Protesto na internet dá roupas da Abercrombie & Fitch para moradores de rua
Vi essa notícia no site da Exame e achei interessante postar por aqui para reflexão: “Abercrombie & Fitch ganha um reposicionamento de marca”. Com esse título, o usuário americano Greg Karber postou no Youtube um vídeo-protesto contra a marca Abercrombie & Fitch e deu início ao que chama de movimento de guerrilha #FitchTheHomeless. A ideia de Karber é distribuir peças da marca para moradores de rua em reação à decisão da companhia que teria banido roupas nos tamanhos G e GG, para focar em consumidores “descolados, bonitos e magros”. Karber gravou o vídeo em Los Angeles com a ajuda de dois amigos. Após munir-se de peças de roupa em lojas e shoppings, o usuário…
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Causei na festa ou happy hour da firma, e agora? Aprenda a sair dessa com estilo.
Você acorda, sente algumas dores no corpo, a cama ainda gira como se fosse um carrossel e você sente um gosto amargo na boca. Olha em volta, tudo parece bem e você sente-se aliviado por estar no seu quarto. Faz um pouco de esforço e se lembra que chegou de táxi ou de carona com algum amigo em casa. Ufa! Dá uma leve risada e após alguns segundos uma forte lembrança bate na sua cabeça como se fosse uma panela de pressão: “PQP, eu causei na festa da firma!“. Há várias maneiras de se causar em alguma confraternização da empresa. Eu, modestamente (mãe, juro que não me orgulho disso), já…
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O hábito faz o monge?
Palhaços, policiais, padres, bombeiros, cozinheiros, etc. São profissões que exigem um traje específico. No projeto “Kleider Machen Leute”, a fotógrafa Herlinde Koelbl reúne 70 fotografias que retratam pessoas de diferentes áreas com e sem uniforme. A ideia é mostrar se os trajes, realmente, fazem diferença nas pessoas. Confira: E aí, fazem a diferença? Vi no Hypeness.
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ROSA. Você tem vergonha de usar?
Rosa é uma cor feminina, desde que você analise do ponto de vista imposto pela sociedade. Longe de discutir aspectos como sexualidade [o que uma pessoa usa não define ou influencia a sua orientação sexual, que diz respeito à atração que se sente por outros indivíduos, que envolve questões sentimentais, e não somente sexuais], um fato inegável é que crescemos com os conceitos ‘’azul para meninos’’ e ‘’rosa para meninas’’. A origem disso talvez ninguém saiba, mas é algo que a sociedade acha certo sem nem mesmo questionar. Isso afeta e influencia as escolhas dos homens de maneira geral, visto que de alguma forma, usar rosa afeta o ‘’conceitos’’ impostos pela sociedade.…
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Metrosexual Vs Homem Atemporal
Desde quando gostar de carros de luxo, gostar de se vestir bem com ternos de lã importada, sapatos de qualidade, roupas com caimento excepcional, perfume, e muitos outros itens que fazem dos homens menos “Tarzans”, é coisa de metrosexual? Moda, para a maioria dos homens converge no sexo. O resto é modinha, tendências passageiras, as vezes vindas de fora do país (porque brasileiro adora valorizar o que é de fora, vide Hans Donner), as vezes para “desovar” uma safra de quilômetros de algum tecido, de alguma cor com alguma estampa que por coincidência “é a última moda” e você, metrosexual, deve ir correndo para o shopping no pico do lançamento…
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Philipp Plein põe modelos armados em desfile na Semana de Moda de Berlim #Polêmica
As semanas de moda masculinas estão a todo vapor. Agora é hora de comentar um outro desfile que nos chamou a atenção durante a semana de moda de Berlim que aconteceu no início dessa semana. Alguns estilistas utilizam a passarela para mostrar as tendências, outros vão além e são extremamente conceituais (entenda aqui) e outros a usam como forma de protesto. Esse foi o caso do estilista alemão Philipp Plein que foi além do comum e usou a passarela para alertar, conscientizar, protestar ou, para algumas opiniões, apenas polemizar. O estilista que tem um histórico polêmico em suas campanhas (uma delas traziam 2 irmãos homens se beijando), colocou os modelos na passarela segurando…