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Sim, o hábito faz o monge, segundo pesquisa
O antigo ditado “O Hábito faz o Monge”, que nos orienta a não julgar as pessoas pela aparência acaba de ser contrariado por um estudo americano, pelo menos no que diz repeito às roupas. Cientistas descobriram que a forma como interpretamos o valor simbólico da vestimenta pode afetar nossos processos cognitivos. E o estudo, realizado por pesquisadores da Northwestern University, em Illinois, mostra que não basta olhar uma peça para que esta influência ocorra, é preciso vesti-la. Os pesquisadores, liderados por Adam Galinsky, realizaram três experiências usando jalecos brancos idênticos de médicos e pintores. Em todos os casos, as pessoas que vestiram as peças que seriam dos profissionais de saúde…
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O hábito faz o monge?
Palhaços, policiais, padres, bombeiros, cozinheiros, etc. São profissões que exigem um traje específico. No projeto “Kleider Machen Leute”, a fotógrafa Herlinde Koelbl reúne 70 fotografias que retratam pessoas de diferentes áreas com e sem uniforme. A ideia é mostrar se os trajes, realmente, fazem diferença nas pessoas. Confira: E aí, fazem a diferença? Vi no Hypeness.