A calvície masculina é um tema que gera muitas dúvidas, principalmente sobre o papel da genética na perda de cabelo. Se você já ouviu que a calvície é herdada apenas do lado materno, saiba que essa é uma meia verdade. A predisposição genética para a alopecia androgenética – nome técnico da calvície hereditária – pode vir tanto do pai quanto da mãe. Mas como essa herança é identificada? Quando ela começa a se manifestar? E quais fatores podem acelerar esse processo? A seguir, respondemos essas questões.
Durante muito tempo, acreditava-se que a calvície era herdada exclusivamente pelo lado materno, mais especificamente pelo cromossomo X, transmitido da mãe para os filhos homens. Isso ocorre porque um dos genes mais associados à calvície, o AR (receptor de andrógenos), está localizado nesse cromossomo e influencia a sensibilidade dos folículos capilares à testosterona.
No entanto, pesquisas mais recentes mostram que a herança genética da calvície é poligênica, ou seja, envolve múltiplos genes de ambos os lados da família. Isso significa que, se há histórico de calvície no pai ou na mãe, as chances de desenvolvê-la aumentam consideravelmente. Portanto, observar os padrões de calvície na família pode dar uma boa ideia do que esperar.
A predisposição genética para a calvície pode ser identificada de algumas formas:
A calvície genética pode começar a se manifestar a partir dos 18 a 25 anos, sendo que em alguns casos mais severos, os primeiros sinais aparecem ainda na adolescência. O padrão de queda segue uma progressão previsível, inicialmente com o recuo das entradas e afinamento no topo da cabeça. Se não houver intervenção, a perda capilar pode avançar ao longo das décadas.
Embora a genética seja o principal fator, alguns hábitos e condições podem acelerar ou intensificar a perda capilar:
A calvície genética é um fenômeno complexo, influenciado tanto pelos genes maternos quanto paternos. Embora o fator hereditário seja predominante, o estilo de vida e outros fatores podem acelerar esse processo. Para quem deseja retardar ou minimizar os efeitos da calvície, buscar acompanhamento dermatológico e investir em tratamentos precoces pode fazer toda a diferença. Afinal, entender a genética é o primeiro passo para adotar estratégias eficazes na preservação dos fios.
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