Modelos da Asos e Topman, respectivamente.

O animal print, na mdoa masculina, demorou para conquistar o seu espaço. Antes, usado por tribos como punks na década de 1970, conquistou seu lugar depois que a moda se tornou “acessível”. No vestuário feminino, a história começa bem antes, na década de 20, mas só depois dos 00’s que os homens começaram a adotar aos poucos. Primeiro a gente viu bastante desfilando nas semanas de moda pelo mundo, até surgirem tênis, coletes, acessórios. Mas os padrões básicos de animal print sempre foram a pele de onça, de zebra e, no mais ousado que se podia ter, de cobra. Esses padrões viraram clássicos e atemporais nas mãos de estilistas e massificados nas fast-fashion (para o público masculino, em menor escala).

Camisas, ambas da paulista Mezmo

Já fazem algumas temporadas, porém, que esse novo “animal print”, que se afasta da imagem de pele, e estampa o que seria a própria fotografia de um animal, ganhou camisas de marcas como Asos, Topman e H&M. A onda de estampados que estamos vivendo na moda facilitou a introdução desses padrões marcados que, não pensem vocês que são fáceis de usar, porque uma peça errada e, pronto… Você pode correr o risco de ficar cafona (sim, no sentido mais feio da palavra). O segredo é usar peças neutras, modelagens mais ajustadas e, claro, segurar o estilo.

São geralmente padrões que se repetem de galos, pássaros, animais marinhos, e até galinha! (vide imagem abaixo, da marca Mezmo), em cores que vão do multicolorido ao P&B. Nas bermudas, a promessa é que o verão intensifique o  uso de andorinhas, que também migraram do guarda-roupa feminino de umas temporadas passadas (tem um DIY nesse post). Já achei até mochila com esse tema e o uso de acessórios parace crescer também, mas aí é história pra outro post.

E você, aprova o novo animal print?






Escrito por Dhyogo Oliveira
Blogueiro e designer de moda. Também escreve no Sem Geração.