O MPH entrevistou o jovem e estiloso cantor Tom Custódio da Luz.

Tom é natural de Blumenau, Santa Catarina, e viveu em Piçarras quando criança e posteriormente em Balneário Camboriú. Envolveu-se primeiramente com a composição de músicas aos 14 anos, idade com que compôs a primeira canção. Aos 15 ganhou seu primeiro violão e vem compondo desde então.

Em 2011 começam as gravações de seu primeiro CD, que ao final do processo seria batizado de “Fuga”, com 13 canções de sua autoria.

O trabalho está disponível para venda na internet, em lojas de música e livrarias pelo país.

Confira a entrevista:

Desde quando começou a sua paixão por música?

Desde a infância eu gostava muito de ouvir as músicas que a minha família ouvia, que se restringiam um pouco ao sertanejo e ao rock, com alguma aparição esporádica de punk rock mas de que não me lembro bem. O meu envolvimento ficou maior por volta dos 13 anos, quando comecei a buscar mais ativamente bandas que agradassem. Aos 14 conheci o Oasis e comecei a compor. Foi aí que iniciou o meu trabalho como músico.

Quais as suas influências musicais? Elas colaboraram para a escolha do seu estilo musical?

São muitas. O já citado Oasis, The Strokes, Green Day e, mais tarde, Caetano Veloso, Chico Buarque, Novos Baianos, João Gilberto, Tom Jobim, Cole Porter. Com certeza todas estas paixões acabam integrando as minhas composições.

O seu estilo no palco é o mesmo do dia a dia? Como você o definiria?

É o mesmo do dia a dia com a adição de extrema exposição e vergonha. Fico meio tímido e quieto no palco, coisa que não sou muito com quem convivo, então quando me apresento me deixo um pouco restrito à performance das canções, não converso muito. Acho que o definiria como natural porque apesar de ser evidente a assunção de um personagem – às vezes mais, às vezes menos -, em geral eu privilegio a espontaneidade (que no palco, diante de tanta gente, se realiza na timidez).

Onde você costuma ir para procurar e comprar roupas?

Em brechós, apesar de fazê-lo muito raramente.

O que não pode, de forma alguma, faltar no seu guarda-roupa?

Roupas confortáveis. No inverno eu gosto de sempre ter um cachecol comigo, então isso também acho que não pode faltar.

Quais são os seus projetos agora?

Continuar divulgando o primeiro cd, lançado agora no fim de 2012, principalmente em São Paulo e Rio, onde as coisas parecem igualmente mais profícuas e incertas. Fazer shows pelo Brasil todo e, mais adiante, gravar um segundo cd.

Deixe uma frase ou trecho de alguma música sua que defina o seu modo de viver:

O que me ocorreu agora foi o último trechinho da canção Da Falta: “Eu que não espero mais, não, na beira do mar, que sobe e desce a maré e me leva também.”

Mas acho que batendo mais forte do que isso pra mim agora tá o último pedaço de uma música do Caetano que chama Nu com a minha música, que é: “Deixo fluir tranquilo naquilo tudo que não tem fim, Eu que, existindo tudo comigo, depende só de mim, Vaca, manacá, nuvem, saudade, cana, café, capim, Coragem grande é poder dizer sim.”

Um som pra escutar, um artista pra gostar e um estilo pra seguir:

Tenho ouvido muito Chico Buarque ultimamente, então um som pra escutar seria o seu álbum Carioca. Só pra não repetir, um artista – não pra necessariamente gostar, mas pra pelo menos ouvir – seria o Djavan, que eu acho uma delícia. E um estilo pra seguir seria um que fosse tão flexível que permitisse transitar por todos eles e escolher, de acordo com as necessidades da hora, o que fosse mais agradável.

Confira algumas músicas e vídeos no site do cantor: tomcustodio.com.br






Escrito por Moda para Homens
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