Talvez um dos acessórios mais antigos, a gravata sempre foi um símbolo de elegância. Acreditava-se que os romanos tinham sido os primeiros a utilizá-la, mas ela tem origem no Egito e na China, onde o imperador chinês Shih Huang Ti’s usava um cachecol com um nó em volta do pescoço como símbolo de status e de elite entre as tropas, de forma semelhante à gravata hoje conhecida.

Atribui-se a introdução da gravata aos soldados croatas a serviço da França durante a guerra dos trinta anos. Os pedaços de tecidos, atados ao pescoço dos soldados com distintivos laços, teriam causado enorme alvoroço em toda a sociedade parisiense. Tal acessório era usado como distintivo militar pelos croatas, sendo de tecido rústico para os soldados e de algodão ou seda para os superiores. O próprio rei Luis XIV ordenou que seu alfaiate particular criasse uma peça semelhante ao dos croatas e que a incorporasse aos trajes reais.

Com o tempo, as gravatas evoluíram para os dois modelos principais que temos hoje: a gravata tradicional e a borboleta.

A gravata borboleta, desde sua origem, nos remete a trajes para ocasiões formais, o famoso “Black Tie”. Porém, a gravata borboleta está vivendo um “renascimento”, onde ela passou a fazer parte dos looks casuais.

Uma regra é fundamental para usá-la: só use em camisas com gola, fechada até o último botão.

Guia prático para dar nó em gravatas borboleta:

Aproveitem e usem!






Escrito por Rafael Luiz
28 anos, estudante de engenharia e apaixonado por moda masculina. Traz semanalmente as melhores dicas de moda para o dia-a-dia.